Matakiterani

Matakiterani Associação Cultural

Ponto de Cultura | Cultura e Saúde

Proponente: Associação Cultural Matakiterani (048.448.27/0001-32)

(49) 3223-7993

Site oficial: http://matakiterani.org/


Ponto de Cultura - Cultura no Rumo de São João Maria, da cidade de Lages/SC. Atua articulando uma Rede de Tradição Oral com atividades nas cidade de Lages, Urupema, São José do Cerrito e Campo Belo do Sul. No Rumo de São João Maria...

Localização




Atividades do Ponto Mostrar/esconder comentários | Atalhos de teclado

  • Matakiterani

    Matakiterani 19 de September de 2016, às 16:12 Link permanente | Responder
    Tags:   

    Grillo e Testa no Hospital Infantil Seara do Bem 

     

    Numa parceria entre o Governo do Estado, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e a Associação Cultural Matakiterani, os personagens Grilo Seco e Testa de Lampião, conhecidos em Lages pelas suas performances que valorizam a cultura, as tradições e os trejeitos do povo simples da Serra Catarinense, percorreram praticamente todos os setores do hospital com suas cantorias e causos pra lá de inusitados e divertidos.

    Por conta das consultas de ortopedia, sempre às quartas-feiras o hospital tem uma grande movimentação. Assim, Grilo e Testa iniciaram suas apresentações já na recepção do Pronto Atendimento, interagindo com os pequenos pacientes e seus familiares.

    Depois, reuniram um grupo na brinquedoteca, onde até dançaram, e por último foram de cama em cama cumprimentar as crianças que acabaram de passar por algum tipo de procedimento cirúrgico.

    Texto e fotos: Pablo Gomes

    Fonte: http://www.adrs.sc.gov.br/adrlages/21924-contadores-de-causos-arrancam-gargalhadas-no-hospital-infantil-de-lages

     
  • Matakiterani

    Matakiterani 18 de February de 2014, às 17:24 Link permanente | Responder
    Tags:   

    Relato Reunião Pontos Catarina 11/02 

    Segue abaixo o relato da reunião, feito pela Guigui Fernandes do Menestrel Circula-Dô e revisado por mim:
    Reunião Pontos de Cultura de Santa Catarina

    No dia 11 de fevereiro de 2014, às 13 horas no CIC em Florianópolis, representantes do Programa Cultura Viva da Rede de Pontos de Cultura de SC, representantes da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Turismo SOL – Fundação Catarinense de Cultura FCC – Difusão Artística/Coordenação dos Pontos e representante do Ministério da Cultura para Santa Catarina reuniram-se para discussão de importante pauta para a rede dividida em dois tópicos:

     1 - Execução do Rendimento de Aplicação do Convênio – Teia Catarina, Teia Nacional, Atividades de Capacitação e Qualificação.

    2 - Renovação de Convenio para a Rede dos Pontos de Cultura de SC – Informações, procedimentos e ações para o novo convenio

     Estavam presentes na reunião os representantes da Rede Catarina: Poder público Coordenação dos Pontos de Cultura – FCC Carolina Freitas; Diretora de Difusão Artística – FCC Méri Garcia; Representante do Ministério da Cultura para SC Marcelo Dávila; Poder  Civil Representante da Rede SC dos Pontos Eduardo Millioli do Ponto de Cultura Multiplicando Talentos de Criciúma; Representante da região do vale do Itajaí Ubiratãn do Ponto de Cultura Nossa  Arte de Itajaí; representante da região serrana Maria de Lourdes Fernandes do Ponto de Cultura Teatro Circula-Dô; Daiane do Ponto de Cultura Tom sobre Tom de Formosa do Sul; Gilson Maximo de Oliveira do Ponto de Cultura nos Rumos de João Maria/Matakiterani de Lages; Maria do Carmo do Ponto de Cultura Belli Balli de Blumenau; Sibelly do Ponto de Cultura Nossa Arte de Itajaí; Chico do Ponto de Cultura Baleeira de Florianópolis; Geraldo do Ponto de Cultura Polo de Produção Musical de Joinville; Thiago Skárnio e Ingrid do Pontão Ganescha de Florianópolis; Delegada representante nacional dos Pontos de Cultura de SC Migue Silva do Ponto de Cultura Uma Ilha se Olha a Dois de Florianópolis.

     Os Ponteiros na reunião chegaram as seguintes informações e determinações em relação à pauta:

    1 – Execução do Rendimento de Aplicação do Convênio – proposta de utilização da verba

    O rendimento da aplicação bancária do dinheiro do Convênio do Programa Cultura Viva em SC soma R$ 1.900.000,00.

    Utilizáveis R$ 1.400.000,00 que devem ser gastos até fevereiro de 2015.

     

    Teia CatarinaCircuito Cultura Viva Catarinense – 04 Encontros Artísticos Culturais – 03 em Macro Regiões – (1) Extremo Oeste-Oeste- Serra; (2) Alto – Médio Vale e Norte; (3) Sul e Litoral e; 01 Encontro em Florianópolis (que inclui todos os pontos de cultura de SC). O Termo de Referência/Escopo do projeto dos encontros será organizado pela Carolina e Gilson e a execução será dos Pontos de Cultura organizados por suas macro regiões.

     Teia Nacional – Acontece em Natal RN de 19 a 24 de maio de 2014. Estão garantidas com a verba do referido rendimento financeiro passagens aéreas para os 23 delegados eleitos no III Fórum dos Pontos de SC em set/2013 (as despesas destes delegados com hospedagem e alimentação estão por conta da organização da Teia Nacional/MinC.)

    Decidiu-se por financiar com a verba do rendimento também passagens aéreas, hospedagem e alimentação para a participação na Teia Nacional de mais 54 delegados representantes dos Pontos de Cultura SC ativos.

    Viabilizando a participação na Teia Nacional de 77 representantes da Rede Catarinense.

     

    Atividades de Qualificação e Capacitação – O grupo reunido dividiu assim:

     Capacitação Pontual – Que se dá de Ponto para Ponto respeitando especificidades e necessidades pontuais de troca e intercâmbio dos Grupos envolvidos no Programa Cultura Vivos em SC. Que acontecerá nos encontros regionais e estadual e oferecerá Certificados pela FCC.

     Capacitação Continuada – Entende-se por continuar qualificando as ações dos Pontos de Cultura em relação a sua gestão, organização, projetos e outros com profissionais e acadêmicos da área de administração cultural. O representante do MinC em SC,  Marcelo Dávila sugere que possa haver convênio entre MinC-Pronatec-Senac-Universidades para favorecer esta qualificação e tratará da questão juntamente com Carolina e Méri da FCC para obtermos cursos presenciais por região.

     2 – Renovação de Convenio para a Rede dos Pontos de Cultura de SC

    Desde que o Governo Estadual de Santa Catarina tenha interesse em um novo Convênio no Cultura Viva e no aumento do número de Pontos de Cultura no Estado podemos dar inicio as negociações.

    Méri Garcia, diretora de Difusão Artística juntamente com Carolina Freitas coordenadora dos pontos catarinenses na FCC ficam responsáveis por articular reunião assim que as agendas permitam com Márcia Rolemberg do Ministério da Cultura MinC, Valdir Walendowsky Secretário da SOL, e Representantes da Rede de Pontos de Cultura de SC para dar inicio ao processo de novo convênio.

    Nas discussões da Pauta surgiram ainda alguns assuntos pertinentes como a Análise das Prestações de Conta do último ano de convênio. Preocupados com a celeridade das análises e liberação das CNDs das entidades representativas e proponentes dos Pontos de Cultura e também com a abordagem dos técnicos em relação ao entendimento dos projetos culturais em questão, o Grupo reunido pôs em questão o assunto solicitando um posicionamento da SOL. No que fomos informados pela diretora de difusão artística Méri Garcia que o programa está no momento sem um técnico encarregado das prestações de contas. Mas que está contatando e providenciando o profissional.

    A reunião foi encerrada com saldo positivo nas discussões e estabeleceu a preocupação dos Pontos de Cultura em e resolver as demandas necessárias para a continuação e incrementarão do Programa Cultura Viva nos Estado de SC.

    Vamos acertando a agenda entre MinC e SOL.

    inté

    Gilson Maximo

     
  • Matakiterani

    Matakiterani 22 de September de 2013, às 19:09 Link permanente | Responder
    Tags: ,   

    Que Terreiro é Esse! na Televisão 

     
  • Matakiterani

    Matakiterani 22 de September de 2013, às 19:07 Link permanente | Responder
    Tags: ,   

    CASA DE EDSON T’OSUN (Oxum) 

    edsonNo ano de 1988 através da manifestação de uma entidade em sala de aula, sem saber o que tinha acontecido e mesmo não acreditando que algo assim seria possível, aderiu a idéia de conhecer mais sobre o assunto, logo em seguida passou a frequentar por pouco tempo centro espírita. Logo após iniciou na Umbanda na casa da Senhora Terezinha de Iansã, conhecendo outras ramificações e até chegar a nação dos Orixás (Jeje e Ijexá) onde foi “feito” (obrigação na nação), por Camilo de Ogum, adquirindo grau de evolução na linhagem em que passou a trabalhar. Permaneceu ligado ao Pai Camilo até o ano de 2010, onde ganhou governo, já na nação Cabinda, até que no ano de 2012 fez seus Orixá de rua, onde o Ilê Asé Afro-Águas T’Osun, passou ter identidade fortalecida e independente, com auxílio de Zéco de Oxalá e Leco de Oya, sendo hoje segundo ele, quem conhece a fundo as casas de manifestações afro, uma das casas de maior movimento, ou de maior movimento em adeptos e assistência da Região Serrana Catarinense, com isso são 25 anos dedicados a Umbanda, Quimbanda e nação Cabinda. O Ilê de Pai Edson está localizado à rua Lydia Monteiro da Silva, no bairro da várzea, umas das regiões famosas quanto as manifestações de diversos seguimentos, por terem morado na redondeza, Pai Paulo de Xangô, Mãe Rosa (Madame Rosa), falecido Miguel, Batista cultuavam seguimentos espiritualistas. Todos que já passaram pela várzea ou pela cidade de Lages deixaram ramificações, seguidores, filhos que continuam a primar pelo viés religioso e suas crenças. O que significa Cabinda? A nação Cabinda, originária de Angola, adotou o panteão dos Orixás Iorubas, embora estas divindades Bantus teriam como nome correto Inkince. Leia mais: http://anderson-de-bara-agelu.webnode.com.br/news/origem-e-fundamentos-da-caninda/

     
  • Matakiterani

    Matakiterani 22 de September de 2013, às 19:05 Link permanente | Responder
    Tags: ,   

    Anilta de Ogum filha de Paulo do Xangô 

    terreirosNossa oitava visita, aconteceu dia 22 de janeiro, no período noturno e registrou a história de Anilta Galvão da Silva que por muito anos permaneceu filha do Pai Paulo do Xangô, iniciado aos 14 anos, falecido aos 52 anos. Ambos começaram na Mãe Teresa, onde Anilta conheceu Pai Paulo e se tornou sua seguidora. Morou com ele no bairro Beatriz e residiam no bairro Popular há mais de 35 anos. Paulo iniciou na nação Oyó, onde se tornou Babalorixá. Com a mãe Dilva de Porto Alegre/RS posteriormente tornando-se filho do Pai Paulo do Bará do mesmo Estado de Dilva. O Babalorixá Paulo do Xangô, além de atender quem lhe procurava ainda realizava em determinadas épocas, como no Natal, entrega de presentes, doces, brinquedos às crianças do Popular e adjacências. Na foto: O espaço de devoção usado e criado pelo Pai Paulo e hoje usado pela Anilta para atendimento.

     
    • camila 30 de junho de 2014, às 9:54 Link permanente | Responder

      Conheci pai Paulo mitos anos e estou MT triste em saber k ele faleceu.gostaria de entra em contato com em continua o trabalho dele como posso fazer

  • Matakiterani

    Matakiterani 22 de September de 2013, às 19:03 Link permanente | Responder
    Tags: ,   

    Povos de terreiro: Ereni Hubner, dona Rena do bairro Habitação 

    29588_119649821544133_744836642_nCentro de umbanda Ogum Megê, é a denominação da tenda-casa de dona Rena, natural de Anita Garibaldi, mas que hoje reside em Lages no bairro habitação. Não acreditava e repudiava essas manifestações, mas o destino, a mediunidade e o compromisso com a religião e para salvar seu filho fez com que ela aceitasse e iniciou a caminhada evolutiva de seu espirito. Em 1976 aproximadamente 36 anos teve o primeiro filho e morreu, na sequência teve outro e sempre buscando ajuda, mas nada de melhora. Um dia dona Rena retirou seu filho do hospital por estar de alta e enquanto o trazia para casa, no trajeto, chegando no bairro popular seu filho passou mal, ela com seu filho desfalecido nos braços entrou na primeira porta aberta que encontrou e era a casa de dona Rosa, ou seja, Madame Rosa. Conversou com o caboclo dela que falou de seu compromisso, não aceitando ainda, foi embora, seu filho acabou morrendo. Dona Rena teve outro filho, aos 9 meses, internado no Hospital Seara do Bem. Um médico pediu para conversar com ela que atendeu pensando que o médico desenganaria seu filho. O médico lhe falou do compromisso espiritual que ela estava fugindo. E se aceitando contribuiria para amenizar e solucionar a situação do filho. Disse que faria qualquer coisa para salvar o filho. Aceitou e desenvolveu seu dom com a Senhora Teresa que morava e tinha casa de atendimento perto da rodoviária e recebia o caboclo Pena Roxa, permanecendo na casa por 08 anos, salvando seu filho que nos exames não apontava nada, mas que teve sua saúde devolvida inexplicavelmente ou justificada. Depois que fechou a casa de dona Teresa, Dona Rena passou a frequentar a casa de Madame Rosa, durante vários anos, hoje sempre prestava auxilio a comunidade que lhe procura em sua casa no bairro habitação em Lages SC, onde hoje tem o centro seu Umbanda.

     
  • Matakiterani

    Matakiterani 22 de September de 2013, às 19:01 Link permanente | Responder
    Tags: ,   

    Que terreiro é esse? Terceira visita do projeto foi no bairro da penha 

     

    379208_119629731546142_990976562_nLuizita Graciano (Zita) tem envolvimento com estas doutrinas espirituais há mais de 30 anos, trabalhando em terreiros de umbanda. Hoje tem 62 anos, com 30 anos começou a passar mal e em São Paulo – no bairro Cambuci passou a frequentar o terreiro Tupinambá (Caboclo), desenvolveu lá frequentando por 5 anos o espaço de devoção. Quase 30 anos foi o tempo em que ela permaneceu filha do Pai Paulo de Xangô (falecido em 2008) em Lages SC e é pronta na nação Oyó, em torno de 13 anos. Dona Zita, ou seja, Mãe Zita, comentou de relação dela com a comunidade local e frequentadores do terreiro “recebo todos aqui, não tenho preconceito, ajudo e faço o que estiver ao meu alcance para contribuir com quem necessita”, relatou. Contou ainda que a população esta precisando de saúde, amor e dinheiro que é uma consequência do trabalho. A Mãe disse ter conhecimento da legislação do segmento religioso a qual pertence. O projeto Que terreiro é esse é um projeto que tem por objetivo mapear as casas de Matriz Africana e Indígenas, para informar e desvendar o mal entendido e o preconceito em nossa sociedade.

     
  • Matakiterani

    Matakiterani 22 de September de 2013, às 18:58 Link permanente | Responder
    Tags: ,   

    A História que poucos contam 

     

    67070_119632388212543_1708552569_n

    Que terreiro é esse: projeto da Associação Matakiterani que visa mapear os povos de terreiro de Lages SC Casas, terreiros, tendas, igrejas, independente da denominação do espaço de devoção, muitos são os rituais e crenças do nosso povo lageano. Tem aquelas que cairam no esquecimento e são lembrados em época de “virada de ano” para fazer previsões e durante o ano praticamente nada. Você sabe o que eles fazem? Benzem, atendem, rezam, oram, pedem, suplicam, por pessoas que muitas vezes nem conhecem, mas são cativadas por elas. Durante as visitas Que terreiro é esse conheceu a tenda do Cacique Edson Luiz Perotoni, do bairro Santa Rita. O santo regente é Ogum. Sua casa tem a denominação de Tenda de Umbanda Caboclo Pena Verde. Um fato curioso que além de ser umbandista, Edson também cultua o Xamanismo (segmento que valoriza a natureza em geral, incluindo os animais). Perotoni iniciou aos 15 anos, nasceu na umbanda, aos 18 anos entrou para o cardescismo, descobrindo que sua afinidade era a umbanda, batizado aos 21 anos com a famosa “Madame Rosa” que tinha terreiro no bairro popular, hoje mantido o espaço pelo seu neto. O templo de Edson é local de espiritualização, não trabalham com adivinhação e cartas, mas com meditação, e estudos para evolução do espírito. Sabia? O xamanismo é um termo genericamente usado em referência a práticas etnomédicas, mágicas, religiosas (animista, primitiva) e filosóficas (metafísica), envolvendo cura, transe, supostas metamorfoses e contato direto entre corpos e espíritos de outros xamãs, de seres míticos, de animais, dos mortos, etc.

     
  • Matakiterani

    Matakiterani 22 de September de 2013, às 18:56 Link permanente | Responder
    Tags: ,   

    A Vida de um líder espiritual 

     

    Para construir a Rede dos Praticantes de Manifestações Religiosas de Matriz Africana e Indígena da Serra Catarinense, o projeto Que terreiro é esse, está conhecendo as pessoas, líderes, babalorixás e adeptos a estas doutrinas e cultos.

    Vários ambientes estão construídos. O que chama atenção é que os líderes atuantes, muitos deles, ainda crianças tiveram experiências espirituais que fez com que seguissem, quando adultos, o culto que mais lhe agradasse ou indicado para sua condição naquele momento.

    Conversamos com Angelita de Xangô, iniciada na nação e praticante da umbanda e quimbanda. Moradora do bairro popular disse receber em sua casa muitas pessoas em busca de consolo. Saúde, trabalho e até mesmo orientação são os pedidos de melhora feitos.

    “Chegam muitas vezes muito carentes, mas com problemas de toda ordem”, comentou Angelita.

    Já para o Babalorixá Marcio Vieira Proença, filho de Xangô e Oxum (São Miguel Arcanjo e Nossa Senhora Aparecida) “nossa religião não é brinquedo”. Marcio iniciou por ter tido problemas de saúde, relato dito por diversos entrevistados. Desenvolveu seu dom no terreiro do conhecido e falecido Adalberto Amaro Duarte, que residia em São Joaquim, cidade em que sua viuva Dona Vera continua os trabalhos com casa aberta para atendimento das pessoas. Pai Marcio é do Candomblé, há 14 anos.

    A entrevista com Angelita foi feita no dia 15 de janeiro e com o Pai Marcio no dia seguinte.

     
  • Matakiterani

    Matakiterani 10 de May de 2012, às 15:02 Link permanente | Responder
    Tags:   

    Ponto de Cultura no Encontro de Educação Biocêntrica e Biodança 

    O Ponto de Cultura – Cultura no Rumo de São João Maria participou entre 04 a 07 de agosto de 2011 do 4º Encontro de Educação Social e Biodanza e do 1º Encontro de Educação Biocêntrica do Sul, na cidade de Gravatal/SC.

     



    Levando como contribuição a Pedagogia Griô por meio do Griô de Tradição Oral Mestre Mimi e a experiência do Griô Aprendiz e agente cultural do Ponto de Cultura Adilson Freitas, vulgo Grillo Seco, a Matakiterani participou do registro audiovisual do encontro, que nesta semana foi publicado na internet e que reproduzimos abaixo:

     

     
c
compor novo post
j
próximo post/próximo comentário
k
post anterior/comentário anterior
r
responder
e
editar
o
mostrar/esconder comentários
t
voltar ao topo
l
iniciar a sessão
h
mostrar/esconder ajuda
shift + esc
cancelar