Com as tags: Cultura no Rumo de São João Maria Mostrar/esconder comentários | Atalhos de teclado

  • Matakiterani

    Matakiterani 19 de September de 2016, às 16:12 Link permanente | Responder
    Tags: Cultura no Rumo de São João Maria   

    Grillo e Testa no Hospital Infantil Seara do Bem 

     

    Numa parceria entre o Governo do Estado, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e a Associação Cultural Matakiterani, os personagens Grilo Seco e Testa de Lampião, conhecidos em Lages pelas suas performances que valorizam a cultura, as tradições e os trejeitos do povo simples da Serra Catarinense, percorreram praticamente todos os setores do hospital com suas cantorias e causos pra lá de inusitados e divertidos.

    Por conta das consultas de ortopedia, sempre às quartas-feiras o hospital tem uma grande movimentação. Assim, Grilo e Testa iniciaram suas apresentações já na recepção do Pronto Atendimento, interagindo com os pequenos pacientes e seus familiares.

    Depois, reuniram um grupo na brinquedoteca, onde até dançaram, e por último foram de cama em cama cumprimentar as crianças que acabaram de passar por algum tipo de procedimento cirúrgico.

    Texto e fotos: Pablo Gomes

    Fonte: http://www.adrs.sc.gov.br/adrlages/21924-contadores-de-causos-arrancam-gargalhadas-no-hospital-infantil-de-lages

     
  • Matakiterani

    Matakiterani 22 de September de 2013, às 19:09 Link permanente | Responder
    Tags: Cultura no Rumo de São João Maria,   

    Que Terreiro é Esse! na Televisão 

     
  • Matakiterani

    Matakiterani 22 de September de 2013, às 19:07 Link permanente | Responder
    Tags: Cultura no Rumo de São João Maria,   

    CASA DE EDSON T’OSUN (Oxum) 

    edsonNo ano de 1988 através da manifestação de uma entidade em sala de aula, sem saber o que tinha acontecido e mesmo não acreditando que algo assim seria possível, aderiu a idéia de conhecer mais sobre o assunto, logo em seguida passou a frequentar por pouco tempo centro espírita. Logo após iniciou na Umbanda na casa da Senhora Terezinha de Iansã, conhecendo outras ramificações e até chegar a nação dos Orixás (Jeje e Ijexá) onde foi “feito” (obrigação na nação), por Camilo de Ogum, adquirindo grau de evolução na linhagem em que passou a trabalhar. Permaneceu ligado ao Pai Camilo até o ano de 2010, onde ganhou governo, já na nação Cabinda, até que no ano de 2012 fez seus Orixá de rua, onde o Ilê Asé Afro-Águas T’Osun, passou ter identidade fortalecida e independente, com auxílio de Zéco de Oxalá e Leco de Oya, sendo hoje segundo ele, quem conhece a fundo as casas de manifestações afro, uma das casas de maior movimento, ou de maior movimento em adeptos e assistência da Região Serrana Catarinense, com isso são 25 anos dedicados a Umbanda, Quimbanda e nação Cabinda. O Ilê de Pai Edson está localizado à rua Lydia Monteiro da Silva, no bairro da várzea, umas das regiões famosas quanto as manifestações de diversos seguimentos, por terem morado na redondeza, Pai Paulo de Xangô, Mãe Rosa (Madame Rosa), falecido Miguel, Batista cultuavam seguimentos espiritualistas. Todos que já passaram pela várzea ou pela cidade de Lages deixaram ramificações, seguidores, filhos que continuam a primar pelo viés religioso e suas crenças. O que significa Cabinda? A nação Cabinda, originária de Angola, adotou o panteão dos Orixás Iorubas, embora estas divindades Bantus teriam como nome correto Inkince. Leia mais: http://anderson-de-bara-agelu.webnode.com.br/news/origem-e-fundamentos-da-caninda/

     
  • Matakiterani

    Matakiterani 22 de September de 2013, às 19:05 Link permanente | Responder
    Tags: Cultura no Rumo de São João Maria,   

    Anilta de Ogum filha de Paulo do Xangô 

    terreirosNossa oitava visita, aconteceu dia 22 de janeiro, no período noturno e registrou a história de Anilta Galvão da Silva que por muito anos permaneceu filha do Pai Paulo do Xangô, iniciado aos 14 anos, falecido aos 52 anos. Ambos começaram na Mãe Teresa, onde Anilta conheceu Pai Paulo e se tornou sua seguidora. Morou com ele no bairro Beatriz e residiam no bairro Popular há mais de 35 anos. Paulo iniciou na nação Oyó, onde se tornou Babalorixá. Com a mãe Dilva de Porto Alegre/RS posteriormente tornando-se filho do Pai Paulo do Bará do mesmo Estado de Dilva. O Babalorixá Paulo do Xangô, além de atender quem lhe procurava ainda realizava em determinadas épocas, como no Natal, entrega de presentes, doces, brinquedos às crianças do Popular e adjacências. Na foto: O espaço de devoção usado e criado pelo Pai Paulo e hoje usado pela Anilta para atendimento.

     
    • camila 30 de junho de 2014, às 9:54 Link permanente | Responder

      Conheci pai Paulo mitos anos e estou MT triste em saber k ele faleceu.gostaria de entra em contato com em continua o trabalho dele como posso fazer

  • Matakiterani

    Matakiterani 22 de September de 2013, às 19:03 Link permanente | Responder
    Tags: Cultura no Rumo de São João Maria,   

    Povos de terreiro: Ereni Hubner, dona Rena do bairro Habitação 

    29588_119649821544133_744836642_nCentro de umbanda Ogum Megê, é a denominação da tenda-casa de dona Rena, natural de Anita Garibaldi, mas que hoje reside em Lages no bairro habitação. Não acreditava e repudiava essas manifestações, mas o destino, a mediunidade e o compromisso com a religião e para salvar seu filho fez com que ela aceitasse e iniciou a caminhada evolutiva de seu espirito. Em 1976 aproximadamente 36 anos teve o primeiro filho e morreu, na sequência teve outro e sempre buscando ajuda, mas nada de melhora. Um dia dona Rena retirou seu filho do hospital por estar de alta e enquanto o trazia para casa, no trajeto, chegando no bairro popular seu filho passou mal, ela com seu filho desfalecido nos braços entrou na primeira porta aberta que encontrou e era a casa de dona Rosa, ou seja, Madame Rosa. Conversou com o caboclo dela que falou de seu compromisso, não aceitando ainda, foi embora, seu filho acabou morrendo. Dona Rena teve outro filho, aos 9 meses, internado no Hospital Seara do Bem. Um médico pediu para conversar com ela que atendeu pensando que o médico desenganaria seu filho. O médico lhe falou do compromisso espiritual que ela estava fugindo. E se aceitando contribuiria para amenizar e solucionar a situação do filho. Disse que faria qualquer coisa para salvar o filho. Aceitou e desenvolveu seu dom com a Senhora Teresa que morava e tinha casa de atendimento perto da rodoviária e recebia o caboclo Pena Roxa, permanecendo na casa por 08 anos, salvando seu filho que nos exames não apontava nada, mas que teve sua saúde devolvida inexplicavelmente ou justificada. Depois que fechou a casa de dona Teresa, Dona Rena passou a frequentar a casa de Madame Rosa, durante vários anos, hoje sempre prestava auxilio a comunidade que lhe procura em sua casa no bairro habitação em Lages SC, onde hoje tem o centro seu Umbanda.

     
  • Matakiterani

    Matakiterani 22 de September de 2013, às 19:01 Link permanente | Responder
    Tags: Cultura no Rumo de São João Maria,   

    Que terreiro é esse? Terceira visita do projeto foi no bairro da penha 

     

    379208_119629731546142_990976562_nLuizita Graciano (Zita) tem envolvimento com estas doutrinas espirituais há mais de 30 anos, trabalhando em terreiros de umbanda. Hoje tem 62 anos, com 30 anos começou a passar mal e em São Paulo – no bairro Cambuci passou a frequentar o terreiro Tupinambá (Caboclo), desenvolveu lá frequentando por 5 anos o espaço de devoção. Quase 30 anos foi o tempo em que ela permaneceu filha do Pai Paulo de Xangô (falecido em 2008) em Lages SC e é pronta na nação Oyó, em torno de 13 anos. Dona Zita, ou seja, Mãe Zita, comentou de relação dela com a comunidade local e frequentadores do terreiro “recebo todos aqui, não tenho preconceito, ajudo e faço o que estiver ao meu alcance para contribuir com quem necessita”, relatou. Contou ainda que a população esta precisando de saúde, amor e dinheiro que é uma consequência do trabalho. A Mãe disse ter conhecimento da legislação do segmento religioso a qual pertence. O projeto Que terreiro é esse é um projeto que tem por objetivo mapear as casas de Matriz Africana e Indígenas, para informar e desvendar o mal entendido e o preconceito em nossa sociedade.

     
  • Matakiterani

    Matakiterani 22 de September de 2013, às 18:58 Link permanente | Responder
    Tags: Cultura no Rumo de São João Maria,   

    A História que poucos contam 

     

    67070_119632388212543_1708552569_n

    Que terreiro é esse: projeto da Associação Matakiterani que visa mapear os povos de terreiro de Lages SC Casas, terreiros, tendas, igrejas, independente da denominação do espaço de devoção, muitos são os rituais e crenças do nosso povo lageano. Tem aquelas que cairam no esquecimento e são lembrados em época de “virada de ano” para fazer previsões e durante o ano praticamente nada. Você sabe o que eles fazem? Benzem, atendem, rezam, oram, pedem, suplicam, por pessoas que muitas vezes nem conhecem, mas são cativadas por elas. Durante as visitas Que terreiro é esse conheceu a tenda do Cacique Edson Luiz Perotoni, do bairro Santa Rita. O santo regente é Ogum. Sua casa tem a denominação de Tenda de Umbanda Caboclo Pena Verde. Um fato curioso que além de ser umbandista, Edson também cultua o Xamanismo (segmento que valoriza a natureza em geral, incluindo os animais). Perotoni iniciou aos 15 anos, nasceu na umbanda, aos 18 anos entrou para o cardescismo, descobrindo que sua afinidade era a umbanda, batizado aos 21 anos com a famosa “Madame Rosa” que tinha terreiro no bairro popular, hoje mantido o espaço pelo seu neto. O templo de Edson é local de espiritualização, não trabalham com adivinhação e cartas, mas com meditação, e estudos para evolução do espírito. Sabia? O xamanismo é um termo genericamente usado em referência a práticas etnomédicas, mágicas, religiosas (animista, primitiva) e filosóficas (metafísica), envolvendo cura, transe, supostas metamorfoses e contato direto entre corpos e espíritos de outros xamãs, de seres míticos, de animais, dos mortos, etc.

     
  • Matakiterani

    Matakiterani 22 de September de 2013, às 18:56 Link permanente | Responder
    Tags: Cultura no Rumo de São João Maria,   

    A Vida de um líder espiritual 

     

    Para construir a Rede dos Praticantes de Manifestações Religiosas de Matriz Africana e Indígena da Serra Catarinense, o projeto Que terreiro é esse, está conhecendo as pessoas, líderes, babalorixás e adeptos a estas doutrinas e cultos.

    Vários ambientes estão construídos. O que chama atenção é que os líderes atuantes, muitos deles, ainda crianças tiveram experiências espirituais que fez com que seguissem, quando adultos, o culto que mais lhe agradasse ou indicado para sua condição naquele momento.

    Conversamos com Angelita de Xangô, iniciada na nação e praticante da umbanda e quimbanda. Moradora do bairro popular disse receber em sua casa muitas pessoas em busca de consolo. Saúde, trabalho e até mesmo orientação são os pedidos de melhora feitos.

    “Chegam muitas vezes muito carentes, mas com problemas de toda ordem”, comentou Angelita.

    Já para o Babalorixá Marcio Vieira Proença, filho de Xangô e Oxum (São Miguel Arcanjo e Nossa Senhora Aparecida) “nossa religião não é brinquedo”. Marcio iniciou por ter tido problemas de saúde, relato dito por diversos entrevistados. Desenvolveu seu dom no terreiro do conhecido e falecido Adalberto Amaro Duarte, que residia em São Joaquim, cidade em que sua viuva Dona Vera continua os trabalhos com casa aberta para atendimento das pessoas. Pai Marcio é do Candomblé, há 14 anos.

    A entrevista com Angelita foi feita no dia 15 de janeiro e com o Pai Marcio no dia seguinte.

     
  • Matakiterani

    Matakiterani 10 de May de 2012, às 15:02 Link permanente | Responder
    Tags: Cultura no Rumo de São João Maria   

    Ponto de Cultura no Encontro de Educação Biocêntrica e Biodança 

    O Ponto de Cultura – Cultura no Rumo de São João Maria participou entre 04 a 07 de agosto de 2011 do 4º Encontro de Educação Social e Biodanza e do 1º Encontro de Educação Biocêntrica do Sul, na cidade de Gravatal/SC.

     



    Levando como contribuição a Pedagogia Griô por meio do Griô de Tradição Oral Mestre Mimi e a experiência do Griô Aprendiz e agente cultural do Ponto de Cultura Adilson Freitas, vulgo Grillo Seco, a Matakiterani participou do registro audiovisual do encontro, que nesta semana foi publicado na internet e que reproduzimos abaixo:

     

     
  • Agência Ganesha

    Agência Ganesha 29 de March de 2012, às 19:03 Link permanente | Responder
    Tags: Cultura no Rumo de São João Maria,   

    Encontro de Pontos 

    Pontos de Cultura Toca de Florianópolis;  Arte, Comunicação e Cultura na Reforma Agrária de Passos Maia;  e Cultura no Rumo de São João Maria de Lages, se reuniram no

    II Encontro Regional de Cultura Popular promovido pelo Ponto de Cultura Maria Rosa de Água Doce.  Na publicação abaixo o Ponto de Cultura Toca dispõe link de um trecho da atividade de Grillo e Testa, do Cultura no Rumo de São João Maria. Abaixo ele pode ser assistido aqui mesmo no blog dos Pontos Catarina.

     
c
compor novo post
j
próximo post/próximo comentário
k
post anterior/comentário anterior
r
responder
e
editar
o
mostrar/esconder comentários
t
voltar ao topo
l
iniciar a sessão
h
mostrar/esconder ajuda
shift + esc
cancelar