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  • Agência Ganesha

    Agência Ganesha 7 de April de 2012, às 10:27 Link permanente | Responder
    Tags: política,   

    Relato sobre a primeira Reunião Temática – Redesenho do Cultura Viva 

     

    Primeira Reunião Temática - dias 26 e 27 de março

    Caros ponteiros de todo o Brasil, faço aqui meu relato pessoal sobre o primeiro encontro presencial do Redesenho do Programa Cultura Viva, ocorrido em Brasília em 26 e 27 de março de 2012. Como ele acontece na semana posterior à reunião, tive tempo para processar o grande volume de informações que um encontro desse porte e dessa dinâmica produz.

    Logo na chegada, tivemos a notícia do atraso do Metre Lula, em virtude de um problema com o avião, o que acarretou na sua presença somente no segundo dia do encontro. Também por isso, solicitamos que a chegada dos ponteiros fosse adiantada pelo menos num dia para evitar esse tipo de situação. O outro motivo foi termos um tempo maior para que pudéssemos nos organizar para a reunião. Reforço aqui uma frase recorrente de Andréia “… não temos a mesma estrutura que já tivemos. Estamos batalhando pelo Programa Cultura Viva para além de nossas forças…”.

    Guardadas as devidas proporções, me parece que a própria Secretaria de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura (SCC  MinC) encontra-se numa posição semelhante. Dentro da estrutura governamental, dentro do próprio MinC, tem sido evidente certa fragilidade do programa; pessoalmente, isso ficou subentendido nas falas durante todo o encontro. Sociedade civil e Estado, cada um à sua maneira e de acordo com seus interesses, que fique bem claro, estão através desse Redesenho centrando forças para melhorar as coisas.
    Pois bem, no primeiro dia de trabalho, tivemos as apresentações iniciais, com falas de todos os presentes de uma maneira informal e prática, indo direto ao ponto. Tivemos Davy como nosso representante na mesa de abertura, que falou sem quaisquer restrições de tempo, assunto ou ordem de discurso, colocando nossa disposição em contribuir com o processo, questionando a terminologia “Redesenho”, e ressaltando a urgência de resoluções para os Pontos de Cultura de todo o Brasil. A Secretária Márcia Rollemberg mostrou-se preocupada com a construção de séries históricas a partir de dados sobre o Programa, colocando essa como uma das condições que o Estado prescinde para aprimorar sua política no setor. E, de fato, os dados por ela apresentados apesar de tentarem ser os mais fidedignos possíveis, têm certas diferenças em relação aos dados gerados pela própria Comissão nacional dos Pontos de Cultura (CNPdC). Nesse ponto, destaco que mesmo nós não temos números consolidados que nos dêem uma visão macro do Programa.

    Durante a tarde, tivemos a fala do Frederico Barbosa, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), que trouxe a experiência das duas pesquisas sobre o programa num discurso que tentava conciliar a questão do método de pesquisa com a matéria humana com a qual é formado o Programa. E nesse ponto, percebo com muita clareza um de nossos papéis fundamentais nesse momento: contextualizar e humanizar a frieza dos números. Partimos de um ponto de vista que percebe a radicalidade dos problemas no cotidiano. Essa qualidade é nossa, dada à natureza do programa, da organização civil, da gestão compartilhada e da memória de acontecimentos, de erros e acertos que carregamos conosco como uma espécie de DNA do Programa Cultura Viva. Durante todas as nossas intervenções nos dois dias de encontro isso ficou muito evidente.

    Ainda à tarde, no momento em grupo, quando nos dividimos e nos fizemos representar em todos os grupos de trabalho, essa percepção acima descrita se mostrou verdadeira, como inclusive já foi relatado por outros companheiros. Nossa presença foi determinante para orientar as discussões propostas tendo em vista a diferença no nivelamento de informações entre os integrantes desses subgrupos. Sendo assim, pudemos fortalecer as posições defendidas pelos pontos de cultura de forma muito eficiente.

    No segundo dia de trabalho foi apresentado o resultado gerado pelos subgrupos, com presença maciça dos ponteiros como porta-vozes, travando após cada questão respondida um diálogo muito produtivo acerca das resoluções que poderiam ser geradas a partir das repostas. Nesse momento, achei interessante a intervenção dos representantes das demais secretarias e órgãos vinculados do MinC. Mesmo que não tenham atuação direta no Programa, não imagino transversalidade ou permeabilidade de políticas públicas sem que haja momentos como aquele, onde os atores institucionais sentam para atingir um denominador comum.

    Seguindo na programação do dia, tivemos uma fala da Valéria Labrea sobre o conceito de constituição e funcionamento das redes, assunto que será aprofundado em outras oportunidades. Mesmo assim, a partir dos exemplos apresentados pudemos vislumbrar quais seriam os meios de atuação do estado e da sociedade delineadas nas dinâmicas em rede, algumas mais autônomas, e outras com nós mais definidos e amarrados, trabalhando sobre aquilo que já está constituído. Em seguida, tivemos o momento de apresentação por região dos resultados colhidos através dos diálogos virtuais. A paisagem desses números é nossa velha conhecida, os problemas são praticamente os mesmos em todas as regiões, inclusive sendo repassadas dos convênios nacionais para os estaduais e municipais, ou seja, dificuldades com prestação de contas, conveniamento, fluxo de repasse das parcelas e gestão compartilhada são as mesmas em todo o Brasil. Importante ressaltar que houve baixíssima participação dos pontos de cultura na resposta ao formulário, algo compreensível, mas seria muito melhor se tivéssemos ampla participação dos Pontos de Cultura, como estamos sistematicamente conclamando.

    Das impressões finais, a Secretaria Márcia Rollemberg é muito ágil. No primeiro dia, à medida em que íamos discutindo ela estava adequando falas no formato de propostas, sempre com a anuência do interlocutor, mas dando um sentido prático para os discursos proferidos. A metodologia não funcionou direito e ainda era mudada repentinamente durante os trabalhos. Pode-se dizer que tivemos alguns momentos bastante confusos. Havia certo ruído na comunicação IPEA e SCC, e isso se refletiu, inclusive, na questão do streaming, que estava permitido, mas foi vetado na última hora.

    Considero que nosso comportamento como CNPdC foi exemplar: estávamos muito focados em nossa missão e preocupados em representar da melhor maneira possível os pontos de cultura. Em vários momentos do encontro ressaltou-se o respeito e o aprofundamento sobre os conceitos fundamentais do Programa Cultura Viva, da resolução dos problemas para a continuidade das ações de Pontos, Pontões e Ações, como Ação Griô, Ludicidade, Cultura e Saúde, entre outras. Importante esclarecer que o marco legal a ser trabalhado é a lei 8.666, mas numa “leitura generosa”, segundo as palavras da própria secretária, e com a Lei Cultura Viva, assim que for aprovada, sobre isso, foi sugerido que o legislativo também esteja presente no Redesenho.

    O saldo do encontro foi positivo. Não significa que tudo esteja resolvido, mas que há disposição em dialogar e construir coletivamente alternativas, na tentativa de constituir o Programa Cultura Viva como uma Política de Estado, mantendo seu DNA, dando vazão a sua diversidade de práticas e seu poder de transformação social. ”

    Gilson Máximo – Representante da Região Sul no GT do Redesenho do Programa Cultura Viva
    Fotos: Ministério da Cultura
    (Relato também disponível em Pontão Ganesha )
     
  • Agência Ganesha

    Agência Ganesha 20 de March de 2012, às 19:25 Link permanente | Responder
    Tags: , política   

    Integração e Transversalidade para a cultura de Florianópolis 

    A mesa redonda 3 da III Conferência Municipal de Cultura de Florianópolis, Integração e Transversalidade, focou o debate na dinamização dos equipamentos culturais, criação de portais de comunicação integrados e fomento das políticas artísticas e culturais do município.

     

    Mediada por Alfredo Manevy, professor de Cinema da UFSC, a mesa contou com proposições e provocações de Maria Lourdes Borges, do Secarte (UFSC); Célia Gillio, da BM&A; e  Maria Teresa Piccoli, representando o SESC de SC. Cada debatedor teve alguns minutos para compartilhar experiências com os demais participantes da mesa e provocar as possíveis propostas.

    Maria de Lourdes apresentou o Secarte e as parcerias já realizadas em atividades culturais. “A proposta é que haja uma unidade da universidade com a cidade. É Interagir e ser comunidade”, afirmou Maria de Lourdes. A música foi o fio condutor da fala de Célia Gillio, nas oportunidades aos artistas brasileiros em participar de feiras internacionais. Já Maria Teresa trouxe a experiência do SESC como espaço cultural e propôs que “os setores envolvidos (na cultura) sentem junto para haver uma integração de fato”.

    A mesa redonda Integração e Transversalidade contou com a participação de aproximadamente 30 agentes culturais.

    Convergência da mesa

    Aproximadamente 30 pessoas participaram da mesa, atores culturais ligados a instituições artísticas, pontos de cultura, museu e outros. Apesar do leque de setores artísticos representados na reunião, as propostas dos participantes convergiram para temáticas semelhantes, observadas as necessidades de cada setor e os locais atendidos, ou mal atendidos, pela atual política cultural de Florianópolis.

    Dessa forma, foram levadas à Plenária da tarde cinco propostas de Programas Estratégicos que abrangem os seguintes setores: Programa para atender a circuitos, espaços e equipamentos culturais, instalando e criando novos e dinamizando os já existentes. Criação de Edital Municipal de Pontos de Cultura, assim como editais e ações voltadas às Bandas de Música e criação de um centro de arte contemporânea e outros espaços públicos de excelência. Integrar o transporte público para facilitar a mobilidade e acesso às atividades culturais, as quais se concentram à noite e aos finais de semana (tal proposta vai ao encontro do Plano Diretor, também em discussão em Florianópolis). Sinalizar a existência dos espaços culturais existentes. Programas de aprimoramento institucional da cultura, transparência e critério para melhor distribuição dos recursos. Capacitação dos agentes e gestores culturais. Há a necessidade ainda de divulgação das atividades culturais no município, sendo proposto mapeamento e cartografia cultural da cidade, valorizando os artistas locais, e criação de portais de comunicação e informação.

    É importante agora que tais propostas de programas tenham acompanhamento e fiscalização dos próprios proponentes assim como de todos os munícipes para dar continuidade ao Plano Municipal de Cultura e fazer com que as propostas não fiquem somente nas promessas.

    Texto e foto de Valéria Valdeci Martins – Ponto de Cultura Educação Musical Popular (Banda da Lapa), que participou da Cobertura Colaborativa da III Conferência Municipal de Cultura de Florianópolis – Coordenação: Pontão Ganesha.

     
  • Agência Ganesha

    Agência Ganesha 20 de March de 2012, às 16:08 Link permanente | Responder
    Tags: , memória, política   

    A cultura como eixo transversal nas políticas públicas 

    A mesa redonda sobre a diretriz “Memória,” que aconteceu pela manhã na III Conferência Municipal de Cultura, demonstrou a necessidade de uma abordagem transversal da cultura através das diversas falas e intervenções dos ouvintes.

    Eugênio Lacerda, Betina Adams e Dalmo Vieira

    O antropólogo Eugênio Lacerda fez uma análise das metas do Plano Municipal de Cultura à luz da problematização de conceitos importantes, como patrimônio cultural, memória, paisagem cultural e multiculturalismo.

    O convidado insistiu no caráter multicultural e polinucleado da cidade de Florianópolis e que esta ideia deve ser levada em conta na gestão pública. “O Plano Municipal de Cultura deve mostrar as contradições deste tecido cultural, filtrar estas contradições, porque é um instrumento de pactuação política. Precisamos disso, pois ainda temos problemas na cidade”. Ao reconhecer os conflitos culturais da cidade, em sua fala Eugênio Lacerda recorre à ideia de “paisagem cultural” como uma tendência que deve auxiliar a gestão pública. “A paisagem cultural permite ações transversais com o plano diretor”.

    De fato, a fala e o posterior debate desenharam uma das 5 propostas a serem levadas para à plenária final: vincular o Plano Municipal de Cultura ao Plano Diretor do Município. Para Lacerda, a função da gestão do patrimônio não deve ser a cristalização do passado, mas sim a sustentabilidade, “por isso a Conferência Rio + 20 vai eleger a cultura como quarto pilar do desenvolvimento sustentável, ao lado do ambiente, do social e do econômico”, completa.

    Em relação às ideias de patrimônio material e imaterial, discussão que vem crescendo nos meios acadêmico e político, enquanto gestor público Lacerda prefere não fazer distinções entre os termos, apesar de possuírem diferentes mecanismos de proteção legal. Ele propõe, então, a criação de Centros de Referência de culturas populares e tradicionais,  usando como  exemplo a tecnologia implantada pelo MinC, através do Programa Cultura Viva e dos Pontos de Cultura. O Cultura Viva é apontado e  reconhecido como um plano revolucionário, no sentido de manutenção destas culturas em todo o país.

    Reflexões
    O mediador Dalmo Vieira, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), apresentou projeções de fotos recentes do centro da cidade e  propôs uma reflexão coletiva sobre as transformações observadas. “A cidade tem que ser um espaço de permanência e não de passagem”, disse ele, reivindicando os espaços de vivência do cotidiano que estão se esgotando. Nas ponderações que se seguiram, ficou evidente a preocupação dos presentes, por exemplo, com parte do Centro Histórico de Florianópolis, localizada entre a Praça XV de Novembro e Avenida Hercílio Luz, que ficou marginalizada e foi comparada à região da Lapa, no Rio de Janeiro.

    Todas essas reflexões abriram espaço para as proposições e deliberações elencadas num segundo bloco da mesa redonda, que devem ser apresentadas na  Plenária da tarde.

     

    Texto escrito por Gabriella Pieroni – Ponto de Cultura Engenho de Farinha – e fotos do Coletivo Sem Fronteiras, que participam da Cobertura Colaborativa da III Conferência Municipal de Cultura de Florianópolis – Coordenação: Pontão Ganesha.

     
  • Agência Ganesha

    Agência Ganesha 20 de March de 2012, às 9:49 Link permanente | Responder
    Tags: , política   

    Segundo dia de atividades da III Conferência de Cultura de Florianópolis 

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    Hoje é dia de debate sobre inovação, itegração e memória.

     
  • Engenhos de Farinha

    Engenhos de Farinha 19 de March de 2012, às 18:29 Link permanente | Responder
    Tags: , política   

    Abertura da III Conferência Municipal de Cultura lança editais 2012 

    O grupo de choro Ginga no Mané sonorizou a entrada de artistas e produtores de cultura no Centro de Eventos da UFSC  para a abertura da  III Conferência Municipal de Cultura de Florianópolis. Enquanto os chorões tocavam o  hino “Rancho de amor à ilha” foram colorindo a platéia do auditório os representantes das mais diversas áreas culturais da cidade.

    Grupo Ginga do Mané abriu a solenidade

     

    A mesa oficial de abertura, composta pelo prefeito Dário Berger, representantes do Ministério da Cultura, Fundação Franklin Cascaes, Secretarias de Educação e Saúde, empresários, representantes da sociedade civil,artistas e produtores de cultura, trouxe as falas de boas-vindas e abertura do evento.

    O secretário municipal de educação, Rodolfo Joaquim Pinto da Luz, apresentou as ações de 2011 no processo de constituição do Fundo Municipal de Cultura. Essas ações desembocaram nos “editais 2012″, que foram lançados na oportunidade de sua fala. O secretário aproveitou para convocar o público a  apresentar suas propostas, frisando que os editais fazem parte não apenas de uma “política de governo, mas sim de uma política de estado”. Os editais do Fundo Municipal de Cultura funcionam de forma independente das demais leis de incentivo, e suas inscrições estarão  abertas de 4 a 11 de Maio.

    As falas de abertura foram otimistas quanto à importância desta III Conferência Municipal de Cultura, especialmente no sentido de  garantir um processo democrático na elaboração do Plano Municipal de Cultura.  Em sua fala inicial, o prefeito Dário Berger ressaltou que “ uma cidade não se constitui apenas de elevados e ruas, mas também de música, poesia e produção cultural”. Que assim seja.

    Ao final das falas,  o chorinho voltou a alegrar o ambiente envolto em números e cifras de investimentos destinados a projetos culturais. A intervenção musical fez a transição da solenidade de abertura para o painel “A cultura como pilar estratégico do desenvolvimento do município.’

    A mesa que deu voz às representações de segmentos do município, deixou evidente a diversidade cultural que existe em  Florianópolis, e abriu espaço para os Pontos de Cultura, que foram representados pelo Pontão Ganesha e pela Barca dos Livros. Na plateia, mais pontos acompanhavam o evento.

     

    Texto escrito por Gabriella Pieroni – Ponto de Cultura Engenho de Farinha – e foto do Coletivo Sem Fronteiras, que participam da Cobertura Colaborativa da III Conferência Municipal de Cultura de Florianópolis – Coordenação: Pontão Ganesha.

     
  • Agência Ganesha

    Agência Ganesha 19 de March de 2012, às 16:53 Link permanente | Responder
    Tags: , política   

    Diversidade na III Conferência de Cultura de #Floripa 

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  • Agência Ganesha

    Agência Ganesha 19 de March de 2012, às 14:45 Link permanente | Responder
    Tags: , política   

    Começou a III Conferência Municipal de Cultura de Florianópolis 

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  • Agência Ganesha

    Agência Ganesha 16 de March de 2012, às 17:42 Link permanente | Responder
    Tags: , , , política   

    Oficina de WordPress para os ponteiros de Floripa 

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    • Fotografia para todos

      Fotografia para todos 20 de Março de 2012, às 17:53 Link permanente | Responder

      Uma proposta bem relevante, parabéns ao ganesha.
      No encontro dos pontos aqui no vale do itajaí foi levantada a possibilidade de uma oficina de softwares livres e/ou direitos autorais/copy left, etc para os pontos. Existe algo previsto, ou poderiamos fazer uma solicitação?
      Abraços,
      Charles

    • Fotografia para todos

      Fotografia para todos 21 de Março de 2012, às 13:31 Link permanente | Responder

      Que ótimo Thiago! Vamos então pensar uma data entre os pontos daqui. Obrigado.

  • Agência Ganesha

    Agência Ganesha 15 de March de 2012, às 16:20 Link permanente | Responder
    Tags: política   

    Por unanimidade o projeto de captação para o restauro da Ponte Hercílio Luz foi aprovado na reunião da CNIC 

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    Por 14 votos e um corte de 13 milhões (de 77 para 64) o projeto de parte da restauração foi aprovado.

     
  • Agência Ganesha

    Agência Ganesha 14 de March de 2012, às 17:07 Link permanente | Responder
    Tags: política   

    Casa lotada na reunião da CNIC em Floripa 

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    Informações: http://www.ganesha.org.br/index.php?mod=pagina&id=13170&grupo=24

     
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